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Vai ter post sobre tudo resumido SIM!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Esse é mais um daqueles posts que eu estou com preguiça de postar, mas mesmo assim querendo postar pra não deixar isso aqui abandonado, amo meu blog, sou desses! Depois do último vídeo e de postar 500 fotos sobre Malévola no instagram eu decidi deixar um pouco esse assunto pra lá e seguir minha vida em frente, então esse fim de semana foi bem bombado, teve A Culpa é das Estrelas, terminei de ler um livro \o/ e ainda o episódio fuderoso de Game of Thrones, entãããão, vamos falar de cada um por partes, vamos lá...

Vai ter esse pôster gay sem a Hazel SIM! E se acharem ruim vai ter dois. Sobre o filme, achei fofo e super legal, o diretor conseguiu captar a atmosfera do livro e está muito bem adaptado para as telas. A Shailene Woodley está incrível no papel de Hazel, melhor do que ela estava em Divergente, até nem lembro quem era ela no Divergente, quem era mesmo?

 Enfim... e o Ansel Elgort me conquistou como Gus, eu quero uma foto com ele igual a ilustrativa acima; a química dos dois atores no filme é demais, a trilha sonora que eu já ouvi horrores está ótima (minha preferida é Boom Clap da Chali XCX). A única coisa que não curti foi o drama excessivo em algumas cenas, closes no rosto dos personagens chorando, música triste ao fundo, lágrimas e palavras de cortar o coração, impossível não chorar... ah, lembrei é possível se você como eu achou tudo muito forçado e começou rir de todos que estavam fungando no cinema.


Mas superamos esse choro, vamos ressaltar um ponto importante sobre esse filme que eu descobri hoje e já quero ver de novo pra prestar mais atenção... uma das designers de produção trabalhou nos filme de Harry Potter também e fez uma homenagem a saga nos cenários do filme, a Hazel possui no quarto toda a coleção dos livros do Harry e um vira-tempo na cabeceira da cama e o Gus possui uma réplica da taça tribruxo no quarto.

Então, depois de décadas procrastinando eu terminei esse livro \o/ deveria tá fazendo uma resenha em um post único, mas nãm, o blog é meu e vai ter foto minha comendo o livro SIM! 

Rick Riordan não é um deus e o melhor escritor do mundo como todo mundo acha não, eu acho ele um ótimo escritor sim e que teve uma ótima ideia em unir o mundo da escrita jovem com mitologia grega (e nesse caso romana também), é literatura de puro entretenimento, mas que não deixa de ser legal e dá pra você aprender bastante coisa sobre os deuses. 

Nesse livro a gente não tem Percy Jackson, porque como o próprio título fala ele é o herói perdido, a gente tem Jason, Piper e Leo que são novos semideuses tão legais quanto - pra falar a verdade eu nem sou tão fã do personagem Percy, joguem as pedras agora - e eles estão em um missão pra novamente salvar o Olimpo, o Rick é o tipo de autor que sempre vai arrumar um novo monstro, uma nova missão, uma nova profecia pros nossos heróis, é como se a história nunca tivesse fim e ele fosse escrever e vender livros sobre o mesmo tema pra sempre, tipo a Cassandra Clare, mas eu nem ligo, gostei de O Herói Perdido, amei o final e já comecei O Filho de Netuno \o/


E ontem teve Game of Thrones, quer dizer, pra mim só teve hoje porque aqui em Caruaru não tenho HBO e fico dependendo dos downloads alheios da vida, esse nono episódio foi tão destruidor que eu vi duas vezes no mesmo dia e vai ter post aqui SIM! O episódio se passa todo na muralha e adapta a batalha que eu adorei tanto ler em A Tormenta de Espadas, tudo tá incrível, os gigantes, a ceifadeira (que foi aquilo? :o), as cenas de ação em plano aberto ou aquela sequência sem cortes antes do Verão ser solto, tudo muito bem dirigido. Eu estou muito ansioso pro final dessa temporada porque eu espero que a última cena seja o epílogo do livro e se for... estarei sem estruturas por semanas.

Pois é, esse gif é a minha deixa, boa noite e até o próximo post =*

3 Videos que vão mudar sua semana (ou não)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Esse post faz parte do grupo de posts "estou com preguiça de postar, mas quero postar mesmo assim e como estou sem assunto vou falar de algo que todos já falaram", bem complexo né? Não achei, mas bora falar mesmo assim, o post gira em torno de 3 videozinhos que precisava comentar com vocês, então vamos a eles, mas antes uma imagem pra se pensar...
ou: qual a necessidade desse post?!

O paramore lançou videoclipe pra minha música preferida do último álbum deles (que também é melhor álbum do ano passado, escolhido por mim) e olha tá perfeito, o clipe é todo colorido e bem divertido e conta com vários recordes que eles quebram durante o clipe, como "mais discos de vinil quebrados em um minuto" ou "mais relógios quebrados por guitarras"; achei bem original e - novamente - muito divertido, tão Destrua Este Diário (farei vídeo desse livro em breve) e por favor Jeremy me engravida ama.


Porque ela não chama o todo o pessoal que anda fazendo esses comerciais dela e lança logo um videoclipe fuderoso pra essa era ARTPOP?! Parece que a Lady Gaga comeu muito peru nessas festas de fim de ano e ficou meio cansada, ou deu uma dor de barriga, vai saber né?! Porque ela nunca mais lançou nada novo, nem aparece mais em tantos eventos, nem faz mais lives e clipe de Do What U Want pode esquecer (chora Bruno), porém onde quando ninguém esperava ela boooom, lançou esse comercial da nova turnê dela e esse comercial junto com esse somam como melhores vídeos até do que Applause, minha opinião, beijos.

Gaga mulher, acorda pra essa vida, deixa de preguiça, faz igual a Beyoncé e lança uns 17 videoclipes de uma só vez, aproveita e lança clipe pra Hair, Heavy Metal Lover e Dance in the Dark, que faltou, ou você esqueceu... work bitch mulé..


E agora o vídeo que todos esperavam, pega o lencinho e vem...


Chorou? Porque eu me arrepiei todinho, acho que o filme será mega fiel e O QUE É ESSE GUS??? Apaaxonada, desolada, quero pra mim. Achei o trailer incrível, não mostrou demais, mostrou o que precisva e tá no ponto de drama certo, o filme será incrível e eu não vejo a hora de gritar okay lá no cinema #mejulguem!

Poisé, esse foi mais um post que consegui preparar nessa semana louca de trabalhos da faculdade. Ok, beijos e tchau..

Melhores livros lidos em 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013


Como foi o natal de vocês?! Muito Peru e farofa? A tia perguntando pelas namoradas, o tio fazendo a piada do "é pavê ou pacomê?" e todos aqueles seus primos chatos que você é obrigado ficar junto na hora da ceia? Pois é, o meu foi nada parecido com isso, primeiro que não tivemos ceia, saímos pra jantar e depois que tinha passado da meia noite eu fugi pra casa dos amigos brindar mais um natal com eles... 

Mas isso é outra história, hoje vim falar de Livros, coisa que faz tempo que falo aqui no blog, esse ano por culpa da faculdade (eu acho) eu terminei lendo poucos livros, li alguns acadêmicos por conta de trabalhos ou até por curiosidade e reli alguns que estava com saudade (esse ano reli: A Culpa é das Estrelas, Harry Potter e o Cálice de Fogo pela milésima vez, As Vantagens de ser Invisível e O Mágico de Oz). Na elaboração dessa lista eu percebi que não tive um bom ano de leituras, 2012 foi bem melhor, li pouco e nem li nada muito perfeito, mas mesmo assim vamos a listinha de melhores livros LIDOS esse ano: 


#5 - Morte Súbita - J.K. Rowling
Esse livro divide opiniões e críticas, é o primeiro livro da Jo depois de Harry Potter e muita gente se frustrou por o livro ser muito adulto, cru e ter muitos palavrões, a recepção não foi tão boa, conheço gente que começou, mas nunca terminou o livro, eu fui uma das que leu todo e adorou. A escrita da J.K. Rowling é incrível e a forma dela contar a estória é ótima, além de críticas sociais e momentos engraçados (o fantasma de Barry Fairbrother) o livro me cativou. aqui a resenha.

#4 - Cidade de Vidro - Cassandra Clare
Eu já percebi que todo ano leio uma saga (ano passado foi Jogos Vorazes) e esse ano eu li os livros da série Instrumentos Mortais, foi amor a primeira lida, o terceiro livro foi meu favorito pois é quando o circo todo tá armado e tudo pega fogo, como não amar né? Mas parei aqui no terceiro, ouvi falar que os próximos são meio chatos e prefiro fingir que o final é como li nesse. aqui a resenha.

#3 - A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak
Sem palavras pra descrever meu amor por esse livro, fiquei apaixonado pela Liesel e pela Morte e leria muitos e muitos livros narrados por ela, o filme estreia ano que vem no Brasil e eu mal posso esperar pra assistir. aqui a resenha.

#2 Will & Will: Um nome, um destino - John Green feat. David Levithan
Aquele respiro profundo antes de continuar falando, esse foi um dos melhores livros que li em toda uma geração, é profundo, é intenso e leve ao mesmo tempo. Acho que em toda lista de fim de ano minha tem que ter um livro do John Green porque esse homem sabe o que eu sinto, apenas. aqui a resenha.

#1 Starters - Lissa Price
Uma distopia de tirar o fôlego numa narrativa simples e gostosa de ler, foi o livro que li mais rápido no ano e o mais prazeroso, adoro ficção e essa é uma das melhores, o que acho mais legal é que o livro não é o mais famoso do mundo, sua autora e editora não são figurinhas carimbadas em listas de mais vendidos, porém ele me cativou de um jeito que não aguento mais esperar a sequência, Enders, que sai ano que vem *_* aqui a resenha.

Me fala dos seus livros preferidos lidos esse ano também... até o próximo post.

Mais que épico: Will e Will

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"Você gosta de alguém que não pode retribuir seu amor porque é possível sobreviver ao amor não correspondido de uma forma que impossível no caso do amor correspondido."

Will Grayson é um garoto comum de 16 anos que só quer terminar a escola em paz, só que isso é meio que impossível já que seu melhor amigo, Tiny Cooper, é o maior gay do mundo, não só pelo seu enorme tamanho, mas Tiny não passa despercebido em lugar nenhum que passa, no momento Tiny está produzindo um musical gay sobre sua fabulosa vida e lógico que Will está inserido nisso tudo.

A poucos quilômetros de distância conhecemos outro Will Grayson, gay, depressivo e caladão, com uma relação nada legal com a mãe e a única amiga Maura. Will está apaixonado por Isaac, um garoto de Chicago que ele nunca viu, mas que mantém uma conversa online há um tempão via Facebook.

Em uma noite fria, em uma improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra Will Grayson, os dois adolescentes possuem o mesmo nome e parece que isso é tudo que os une, mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de proporções épicas: o mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.


O livro é perfeito, sabe quando tudo se encaixa? Pois é o que realmente aconteceu; John Green é o responsável pelo primeiro Will Grayson que é todo escrito assim, com maiúsculas certas; e o outro will grayson foi escrito pelo David Levithan que escreve somente em minúsculas. Os dois autores escrevem de um jeito totalmente diferente um do outro, e ambos os personagens são diferentes, mas o casamento das duas escritas é tão gostoso que você lê o livro que nem sente, eu li em 3 dias e só parei a leitura porque gosto de economizar livro bom, pra durar mais ¯\_(ツ)_/¯ #minhasmanias

O livro fala de amizade, amor, homossexualidade, do preconceito diário de quem vive no armário, de quem vive fora dele e até de quem tem o melhor amigo gay, fala de relacionamentos, possui umas pequenas piadas sarcásticas sobre a sociedade atual e tudo muito sincero, cru, correto e principalmente verdadeiro. Além disso, o livro é muito divertido (um dos mais divertidos que já li), os diálogos são insanos, eu me vi rindo sem parar em muitos momentos e os personagens são muito humanos, muito eu e até você e eu me identifiquei em tantos momentos que até comecei estranhar que o livro tinha sido escrito pra mim XD

Por ter uma estória profunda, linda e divertida Will e Will se tornou meu livro preferido, o outro will grayson é muito real e David Levithan me surpreendeu superando até o John Green nisso, pois o Will Grayson de John é mais "normal", mais do mesmo, é um personagem mais comum que até já vimos parecido, mas o John Green foi capaz de criar o Tiny Cooper que é o melhor personagem gay que eu conheço da literatura, ele é fabuloso e até meio surreal quando o vimos pela primeira vez, mas quando acabamos conhecendo-o ele se torna uma pessoa INCRÍVEL e falo isso do coração, eu amo Tiny Cooper e me emocionei bastante com o final épico do livro.

Eu acho que todos deviam ler Will e Will e todos deviam apreciar e anotar todas as frases do livro (como eu fiz) porque são lições de vida e... tá aí um dos melhores livros do ano pra mim!

Resenha: A Culpa é das Estrelas

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


"Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado... Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso."

Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


A Culpa é das Estrelas, de John Green, nos conta parte da vida de Hazel, contada em primeira pessoa por ela mesma, Hazel tem 16 anos e vive com um câncer nos pulmões, ela anda de lá pra cá com seu cilindro de oxigênio e não gosta de ser conhecida pela garota que tem câncer. Não tem muitos amigos e vive com a mãe (que parou de trabalhar pra cuidar de Hazel) e com o pai que vive chorando as escondidas.
Até que Hazel em uma das reuniões do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer conhece Augustun Waters, um garoto bonito e divertido sobrevivente de câncer, logo eles se conhecem, começam sair juntos e dividir amores, afinidades, gostos e momentos. 
Hazel apresenta seu mundo a Gus (apelido de Augustus) e vice versa e nisso Gus conhece o livro preferido (tipo EVER) da Hazel: Uma Aflição Imperial, livro que conta a estoria de uma menina com câncer, só que o livro acaba sem um fim, graças a morte da personagem ou a ela não poder mais escrever (segundo a dedução de Hazel), e a grande vontade de Hazel é conhecer o autor e fazer todas as perguntas que a martelam depois de ler e reler o livro... ela quer um final pra seu "livro de cabeceira".

Uma Aflição Imperial é fictício, esse livro aí encima é apenas uma diagramção (muito boa) que um fã fez
Daí que o Gus lê o livro e adora e também fica na vontade de saber um final, isso é o ponto pra o livro ficar bom, quando os dois viajam pra Amsterdã em busca do autor e tudo mais. Enfim, não quero contar muito da estoria do livro porque eu quero MESMO é que você leia.

Fanart de Hazel e Gus feito por algum fã!

O legal de ACÉDE é que não é um livro falando sobre crianças com câncer e nem da luta de sobrevivência à doença, isso aparece apenas como plano de fundo e quando vamos perceber o livro já está no final (é uma leitura muito boa, li em apenas 3 dias, meu recorde). Outra coisa muito boa é o fato do livro ser narrado pela Hazel, com isso conhecemos muito bem dela, e ela está no meu top de personagens preferidas, aliás, ela, Gus e Isaac são os melhores personagens juntos num livro, quando os três estão juntos em alguma cena o livro fica bem mais mágico *----*
O fato de eu ter uma sobrevivente do câncer em minha família/vida me fez ver o livro de uma forma bem diferente, eu tirei lições dele e chorei em algumas partes, mas também me diverti em outras e também queria, igual a Hazel, ler Uma Aflição Imperial e ficar louco por não ter um final.
Diria que foi um livro lindo e fofo e nas palavras do próprio Augustus: "uma montanha russa que só sobe" e a queda, caros leitores, não foi nada legal!
A Culpa é TOOOODA sua John Green
O próprio, aliás ele é muito divertido


Até a próxima :)
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