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Os 10 melhores álbuns do ano de 2014 (pra mim)

domingo, 28 de dezembro de 2014

O ano acabando e me vem aquela nostalgia de postar no blog, esse vai continuar ser sempre meu cantinho, mesmo que um cantinho sujo já que faz tanto tempo que eu habito ele, mas foda-se, vim sem avisar e vou fazer uma lista de 10 cds que foram lançados em 2014 e que eu ouvi bastante, seja indo pra faculdade, ou em casa chorando naqueles momentos ou dançando com os amigos em algum momento sickening desse ano que vai tá no meu top 10 de anos mais loucos (por mais que eu só vivi 21 ainda). Então vamos lá:

Alt-J - This Is All Yours: Eu conheci Alt-J através de um amigo quando estávamos criando uma playlist pra um mixtape juntos, o mixtape nunca saiu de verdade, mas eu conheci várias coisas legais com ele e uma delas foi essa banda. Eles fazem um som folk bem alegrinho e muitas vezes meloso/dramático, sem contar que possui videoclipes lindos de morrer. Eu ouvi bastante enquanto não fazia nada e é justamente porque amo tanto esse cd, eu simplesmente só o ouvia, sem distrações.

Ouçam: Every Other Freckle | Hunger Of The Pine

The Colourist - The Colourist: O tipo de álbum que eu gosto de todas as músicas e sempre quando to sem nada pra ouvir é nele que eu dou play. Esse com certeza foi o primeiro álbum que eu me apaixonei em 2014, então como ele é bem antiguinho algumas músicas me lembram vários momentos que tive durante o ano e isso é muito legal e é o que mais gosto nas músicas. Ah.. eles fazem um rock bem animadinho, então ouça naqueles momentos que dá vontade de voar.

Ouçam: Tonight (Young Hearts) | What Can I Say

La Roux - Trouble In Paradise: Esse álbum da La Roux foi o mais esperado de 2014 pra mim e como expectativas demais levam a frustrações foi quase o que aconteceu. Eu gostei do álbum e o escutei por um bom tempo, Kiss and Not Tell ainda é meu toque de celular, mas sei lá eu esperava bem mais, não que eu me frustrei, mas sei lá.. vocês devem entender como é.  Ele leva o oitavo lugar porque continua tendo músicas ótimas e porque é La Roux e eles são foda.

Ouçam: Silent Partner | Uptight Downtown

Silva - Vista pro Mar:  Silva não está aqui nesse post cumprindo cota de disco nacional, de forma alguma, ele tá porque esse álbum é incrível tanto quanto os internacionais e música boa é assim, só é boa. Eu não o conhecia antes de Vista pro Mar e o mais legal foi que depois baixei o Claridão dele e comecei amar mais o Claridão kkkk. O legal desse álbum é que ele tem um conceito, é mar do começo ao fim, cada música é como se estivéssemos submersos nas águas de um oceano, cada som misturados aos instrumentos e as letras, é tipo incrível.

Ouçam: Okinawa | Vista pro Mar

Maroon 5 - V: Eu nem sou tão fã assim do Maroon 5, assim tudo bem eu moves like jagger na época que todo mundo moves like, mas foi isso e tchau, sim.. acho o Adam L I N D O, mas fora isso ouço poucas músicas deles, mas com V foi diferente eu consegui ouvir todas as músicas e amar todas. O álbum é meio pop e talvez ele complete essa cota de música pop do ano, porque esse foi o ano em que eu mais me aborrecei com esse gênero e ouvi bem menos, digamos que meu gosto mudou um pouco.

Ouçam: It Was Always You | Coming Back For You

BROODS - Evergreen: O que falar desse duo que conheço pouco, mas já considero pacas? kkkk Sério, BROODS foi uma das melhores surpresas de 2014, eu simplesmente estuprei o replay com o EP deles e quando Evergreen saiu eu só ouvi ele por meses. Eles são a fusão de várias bandas que eu gosto, como CHVRCHES, The XX e até Lorde, então é amor na certa. É quase impossível ouvir e não gostar.

Ouçam: Mother & Father | Everytime

BANKS - Goddess: Assim que eu ouvi Brain pela primeira vez eu amei BANKS, ela tem uma melancolia que eu amo em artistas como London Grammar e Lana Del Rey, uma pena ela ter soltado tanto material antes de lançar o álbum o que deixou as coisas meio "sem novidade" quando Goddes saiu. Mas isso não anula o fato de o cd ser um dos que mais escutei durante o ano e ter sido parte da trilha sonora de vários momentos meus.

Ouçam: Brain | This Is What It Feels Like

MØ - No Mythologies To Follow: Esse é o álbum pra todas as horas, sério, eu ouço quando to triste, feliz ou nostálgico já que ele tem aquela sonoridade pra "viajar". Ela mistura hip hop a pop eletrônico e tá, confesso, também foi o mais pop que eu consegui ouvir esse ano. Simplesmente incrível, ouça com os amigos enquanto bebe.

Ouçam: Red In The Grey | XXX 88 feat. Diplo

Sia - 1000 Forms of Fear: Chandelier foi e é a música que mais ouvi esse ano, nesse momento eu estou ouvindo ela e daqui a pouco vou dá replay porque é praticamente impossível só ouvi uma vez, ela tem aquela coisa sabe... Nesse álbum a Sia inventou uma nova forma de se promover que não é se promovendo, mas sim seu trabalho, sua música, sua arte e em todas as performances escondendo seu rosto ou cantando de costas, tipo essa capa do álbum; tem gente que odeia isso, eu acho incrível, só queria que ela tivesse lançado mais videoclipes porque eu queria de todas as músicas.

Ouçam: Chandelier | Dressed In Black

Lana Del Rey - Ultraviolence: Sou suspeito pra falar, sou suspeito pra falar, mas vou falar, esse álbum ele é tipo O MELHOR DO ANO, a crítica pode não concordar e outros blogues e pessoas também, mas como o Lisztomania é meu e aqui exponho minha opinião então é essa. Não é o melhor trabalho da Lana, claro, mas sim é muito bom e com certeza o melhor do ano simplesmente porque é o tipo de álbum que ouvirei em 2015, 2016 e assim por diante. Ela continuou com sua estética e com sua sonoridade que nos deixa "querer estar morta" quando ouvimos, mas ela também trouxe um som mais rock, obscuro e "west coast", não sei explicar, só sentir, sintam também.

Ouçam: Shades of Cool | Black Beauty | Fucked My Way Up To The Top

Então foi isso, essa foi minha listinha, você concorda? Qual a sua? Conta pra mim nos comentários..

Vlog: Resenha 'Garoto Encontra Garoto'

quarta-feira, 29 de outubro de 2014


Tá eu to tentando ao máximo não abandonar as postagens aqui e como não tá fácil arranjar tempo e assunto pra vim atualizar sempre eu decidi postar o vídeo/resenha que tinha feito do Garoto encontra Garoto do David Levithan, eu já havia postado o link do vídeo lá na página do facebook, maaaas estou repostando aqui caso alguém não tenha visto =*

Vlog: Papercraft Malévola

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Oi gente, então, depois da demora pra postar aqui no blog eu hoje preparei um videozinho maroto ensinando como fazer esse Papercraft/Papertoy aí acima, da Malévola, o vídeo está aí abaixo, espero que curtam, até a próxima :)

Premiere Mundial de Malévola em Hollywood

quarta-feira, 28 de maio de 2014


Quem me conhece sabe que sou mega fã da Disney, vi TODOS os clássicos quando criança e alguns eu sei as falas decoradas, A Bela Adormecida com certeza está no meu top 5 e lógico que Malévola é uma das minhas vilãs preferidas e desde quando começaram surgir os rumores do filme em live action solo dela que eu estou em polvorosa, infelizmente não verei o filme hoje na estreia, verei no fim de semana naquela sessão legendada, em 3D, com uma pipoca enorme e com os amigos que ensinei as frases da vilã, porque sou professora que leva as kids pro cine :)

Maaaaas, ontem ocorreu a Premiere em Hollywood do longa e passaram por lá, além da Angelina Jolie é claro, o maridão Brad Pitt e a atriz Elle Fanning, a gente já ama tanto esse filme que trouxe fotinhas pra comentar, VEM:

Angelina foi esfregando a magreza na cara das inimigas com esse vestido de couro bem a cara da sua personagem e usando um brinco dourado em apenas uma orelha que parece um alargador, parece que ser vilã tá na moda.


A linda Elle Fanning, que interpreta Aurora, também entrou no clima do filme e foi com um vestido todo princesa Disney.


Mas a gente ficou na dúvida: "não seria melhor rosa?" ou "melhor azul?"


Teve também essas crianças fofas que cansaram de esperar o príncipe encantado chegar e viraram malévolas também por um dia, não tá fácil pra ninguém meisxmo.

Eu já quero essas tiaras pra ir pro cinema com chifrinhos *-*


Rsrsr, enfim, eu não vejo a hora de ver o filme, se você já viu diz aí nos comentários o que achou, prometo fazer um post com minha opinião depois do filme. Quem sabe um vídeo :)
Deixo vocês com meu trailer preferido do filme e que todos furem os dedos numa roca =*

Tatuagem

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cada dia que eu não posto aqui é um dor que me dá, mas gente sério, eu ando numa sem criatividade pra posts, sem vontade de fazer nada a não ser passar o dia na cama assistindo, me desculpe a enorme demora, eu sei que quase ninguém lê aqui mesmo, mas pra quem lê desculpa mesmo, eu amo o blog e voltarei postar com mais frequência, prometo!

O filme passado em Pernambuco de 1978 conta entre outras coisas o romance entre um artista excêntrico e um jovem soldado, o filme ganhou prêmios nos Festivais do Rio e de Gramado e foi exibido recentemente na amostra de cinema do Festival Pernambuco Nação Cultural que eu quase fui ver, infelizmente me contentei com o download e olha... incrível.

O teatro Chão de Estrela é um cabaré que mistura as excentricidades dos artistas com provocações sexuais aos bons costumes da sociedade, lá vive Clécio, que comanda a trupe, junto de Paulete a grande estrela do espetáculo. Ali perto vive Fininha, jovem de 18 anos que presta serviço militar no exército; quando Clécio conhece Fininha os dois engatam um romance que vem a provar as descobertas sexuais do garoto. Esse é apenas o plano de fundo da história que conta com críticas aguçadas, porém disfarçadas, ao poder político (e a ditadura da época).

Num olhar crítico a direção de arte (coisa que estou tentando ter um olhar melhor ultimamente, já que né... curso Design), eu achei incrível tanto o cenário quanto a construção do figurino dos personagens, os anos 1970 foram bem aproveitados e estão ali no filme, algo meio hippie. O espetáculo do Chão de Estrela é aquela coisa freak, fenomenal, mas bagunçada, então todas as roupas do show são feitas em casa, muito paetê, cola e caixa de ovos.

O trio de atores está fenomenal, principalmente Jesuíta Barbosa (que também atua no Praia do Futuro que está nos cinemas), suas cenas com Irandhir Santos, no papel de Clécio, são fenomenais, a química entre os atores é algo visível e Jesúita trás um Fininha que cresce com o filme chegando a deixar o espectador (eu no caso) emocionado no final.

Hilton Lacerda foi incrível não só por trazer cenas de nudez de uma forma natural, pelo menos se tornaram naturais durante o longa, como também dirigiu cenas de sexo gay de uma forma verdadeira e sexy sem ser nada vulgar, mas também adorei as cenas gravadas com aquele efeito antigo sempre acompanhadas de uma poesia, ou de um som característico que torna a experiência de assistir Tatuagem algo marcante, pra vida toda.

DIY: Camisa Mary Jane

terça-feira, 22 de abril de 2014


Então, acabou o feriadão né gente? Hoje todos já estamos de volta a nossa rotina semanal de aulas, trabalhos e tudo mais, pois é e eu depois de uma longa pausa sem posts, depois do vídeo (valeu pelos comentários gente <3) vim fazer um post de Do It Yourself aqui no blog e a escolhida da vez foi a minha camisa Mary Jane que onde quer que eu vá as pessoas perguntam onde eu comprei, já respondi tanto "eu que fiz" que pronto, agora quando me perguntarem vou dá o link do blog e respondo "Façam vocês mesmo". No passo a passo vocês vão ver que é bem simples, então vem simbora...

Você vai precisar de uma camisa lisa, fita dupla face e fita crepe, tesoura, tinta de tecido, pincel (que não está na foto), lápis marcador permanente e estilete. Ah e o molde do que vc quer "estampar" na camisa, o molde tem que ser num plástico tipo aquelas transparências de retroprojetor antigo ou algo semelhante, em livrarias é fácil de achar, prefira os mais resistentes/durinhos.

Então, você pega a transparência e desenha o que você vai querer estampar na camisa, pode ser várias coisas, raios, corações, caveiras, o que sua criatividade mandar, eu fiz uma folhinha da maconha porque sou polêmicaney. Pra o desenho sair direitinho eu decalquei com o marcador permanente de uma imagem que tinha no computador, depois é só pegar o estilete e cortar certinho, caso erre tem como consertar as pontinhas com a tesoura.

Com a cannabis já cortada eu coloquei dupla face ao redor de todo o desenho, é bom contornar mesmo o desenho como eu fiz aí na imagem porque ela ficará mais coladinha na camisa e evita os erros; também é legal colocar dupla face ao redor da transparência, pra grudar na camisa na hora de pintar.

Daí depois é só pintar, a hora que você tem que ter mais cuidado, escolha bem o lugar que irá pintar, coloque um papel, cartolina ou papelão por dentro da camisa, pra não manchar o outro lado e aplique o desenho já cortado e com fitas na camisa. Coloque pouca tinta no pincel, eu uso essa esponjinha pra deixar o excesso de tinta lá antes de aplicar no tecido e uma dica, sempre pinte de fora pra dentro do recorte onde você recortou o seu desenho.

Gente se não sair perfeita, perfeita, tem nada não, você irá fazer milhares, as pessoas não irão perceber; só que tenham maior cuidado, porque se errar já era, enxuga a lágrima e corre fazer a próxima folhinha, eu errei na hora de colar o molde na camisa e uma folhinha saiu borrada, mas como é num canto em que as pessoas não reparam muito até hoje ninguém percebeu \o/

Prontinho, após fazer as milhões de folhinhas de um lado da camisa é só repetir do outro, esperar secar (seca muuuuuuito rápido) e ser feliz com sua Mary Jane, lembrando que você pode fazer com a estampa que quiser, só desenhar no molde :)

Bem simples né?! As fotos não saíram as melhores, mas espero que tenha dado pra entender, qualquer dúvida me pergunta aí nos comentários ou na página do facebook, que se você ainda não curtiu curte aqui. Até o próximo post =*

Resenha: Enders

domingo, 30 de março de 2014

Depois do sucesso que foi o post anterior, eu decidi vim mais humilde e trazer uma resenha pra vocês, eu tenho lido muito pouco ultimamente, sim, não me orgulho disso, mas simplesmente ando lendo pouco, entãããão, sorry! Me mudei ontem e tô vivendo tudo aquilo que tinha falado nesse post aqui e nem tô com o livro que vou resenhar em mãos, então sinta a deprê, mas vamos lá.

Pra quem não sabe Starters (primeiro volume da duologia) foi meu livro preferido do ano passado, eu chamei ele de Fucking Épico na época e gostei tanto do livro que reli outras vezes depois. Quando eu vi que Enders tinha sido lançado aqui no Brasil eu corri pra livraria e comprei na mesma semana, demorei um tempão pra ler por um motivo: medo do livro não superar minhas expectativas, mas mesmo a experiência de leitura não sendo tão boa como seu antecessor, esse livro também pode ser chamado de épico, te conto tudo abaixo...

Antes de mais nada, a resenha possui spoilers do primeiro livro, então, fiquem avisados. Depois do final do primeiro livro, que terminou deixando todo mundo shake rozana, o segundo começa com Callie morando na casa de sua antiga inquilina de corpo, a Helena, junto com Michael e o seu irmão, pode parecer que tá tudo muito bem né, só que Callie ainda possui o chip em sua cabeça e o Velho ainda pode se comunicar com ela e... pausa dramática... em certo momento, controlar seus movimentos. Logo Callie se ver obrigada se despedir de seu irmão e fugir junto com o seu mais novo conhecido, Hyden, um garoto misterioso e MUITO inteligente que tem um furgão "a prova de comunicações do Velho".

Essa capa é fantástica, não sei se só comigo, mas esse olho verde ele brilha mais forte que o azul gente e teve momentos de madrugada que tava lendo e olhava a capa e parecia que ele tava piscando pra mim, apenas MEDO
Lissa Price, já tem um lugar no meu coração, eu amo a escrita dela e adoro como ela joga seus personagens na estória e nas situações, as críticas que ela faz nesse livros são incríveis, ela faz a gente pensar sobre o dinheiro, a beleza, sobre o que importa mesmo ser o exterior, o corpo e não o interior, tem um momento sobre isso no livro que eu fiquei tipo "LISSA EU TE AMO <3", ela fala sobre esteriótipos de beleza, sobre futilidades da sociedade e sobre escolhas da vida, tudo num livro só, então já merece meus aplausos. Quando eu disse que a experiência de ler Enders foi diferente de Starters é simplesmente abuso meu, demorei ler o livro e em muitos momentos achei chato porque eu tava numa semana chata, mas tenho total certeza que você irá adorar o livro.

Sobre os personagens, eu continuo amando Callie, ela é uma ótima personagem distópica, arriscaria até dizer que é a minha personagem distópica preferida, Hyden é tipo meu personagem preferido desse livro, as melhores cenas são com ele e os melhores diálogos são dele com a Callie. O final foi muito épico, verdadeiro e doentio, não quero soltar spoilers, mas tem um momento que eu segurei o livro e disse "não eu não tô crendo no que tô lendo", as revelações também de quem é o Velho e outra lá (que não irei falar u.U) também foram ótimas, fiquei satisfeito com o final, mas aceitava uma continuação de boa.

Então, essa foi a resenha de Enders, espero que na próxima resenha eu possa gravar o vídeo que tô tanto adiando, até o próximo post, acompanhe a gente no facebook-> Lisztomania

Veja 15 referências de moda no clipe de G.U.Y.

segunda-feira, 24 de março de 2014

ÊÊHH, tava com saudades desse tipo de post aqui no blog né?! Eu também. 
Depois de 7 meses desde o último videoclipe a espera dos Littles acabou, pois no último sábado a nossa tão amada e querida Lady Gaga lançou um videoclipe de 11 minutos (7 minutos na verdade, o resto é créditos) para a faixa G.U.Y. uma das minhas preferidas do álbum ARTPOP. O clipe dirigido pela própria Lady Gaga trás tudo que a consagrou como artista: roupas excêntricas (mesmo sensuais), cenários grandiosos, coreografias loucas e as bizarrices que a Mother Monster adora demostrar em tela e LÓGICO que eu não podia deixar o Lisztomania de fora dessa, então vim fazer um post especial com todas as referências de moda encontrados no clipe... vem ver tudo que deu trabalho achar tudo na internet. Só que antes vem ver o clipe mais uma vez...


Ao som de ARTPOP, Gaga aparece no clipe usando um body vinho com asas criado pelo estúdio de Jim Henson (o criador do Muppets), o estyling é de Brandon Maxwell e flecha da Haus of Gaga. Eu amo essa parte do clipe e ficou tão bom que virou a capa oficial do single.

"Greetings, Himeros, god of sexual desire" o segundo look da Gaga, depois de ressurgir na piscina é alta-costura bebê e tem assinatura de ninguém menos que Jean Paul Gaultier.

Linda e de peruca muito longa, Gaga surge com maiô cavadão nesse cenário lindo.

Nesse mesmo cenário Gaga usa sua peça preferida do clipe, o ursinho de pelúcia de papel pertencente a Bea Szenfeld. A peça é toda artesanal feita em papel e desfilou na coleção "Haute Papier" de Primavera 2014; outras peças da designer polonesa é vista na cena a seguir..

Nessa cena Gaga mal aparece, apenas como uma figurante ali, as protagonistas da cena são Lisa Vanderpump, Kyle Richards, Yolanda Foster e Kim Richards participantes do reality Real Housewives, todas usando rosa e tocando instrumentos ao som de Venus; mas o que importa aqui são as peças também da Bea Szenfeld que eu, você e todo mundo já virou fã.

Com a mesma peruca loira enorme (que aliás eu amei), Gaga usa maiô preto da grife espanhola POL, Primavera 2014, assinado pela jovem designer Paula de Andrés.

Nesse look, um dos meus preferidos usados por ela no clipe, foi resultado da colaboração entre a Atsuko Kudo e o Charlie Le Mindu especialmente feito pro videoclipe de G.U.Y.

O maiô vermelho que Gaga sensualiza na cama é La Perla Mare e ela tá LINDA!

O vestido que Gaga usa na cena polêmica dos caixões também é Primavera 2014 POL, ela e seu mais novo amiguinho o criador do Minecraft.

As calças jeans da cena da dança sensual no chão (amo/sou essa cena) são todas Versace, bom... agora a gente já sabe que Versace guenta toda uma ralação no chão, indo comprar a minha em 3, 2...

As asas usadas por Lady Gaga nessa cena são Arturo Rios num trabalho totalmente manual usando penas de ganso preta. O casaco de peles é Helen Yarmak Primavera 2014. Só nesse look ela matou uns 5 animais HAUHAUAHA /brinks

Por baixo do casaco o body de lantejoulas é Somarta.

Na última cena de dança Gaga mistura metalizado com transparência num look assinado por Christopher Kane.

E Gaga toda modernista usando estrutura lego do artista Nathan Sawaya. Os trabalhos dele são incríveis gente, eu já conhecia e adorava, dá um click aqui e veja mais.

E por último, esses salva-vidas com asas douradas, uma ideia original da Gaga personalizado e criado por Marialia Pacitto. Eu mesmo já quero um pra na próxima pool party destruir azinimiga.

Então gente, foi isso, amamos o clipe, ele rende vários posts sobre vários assunto, amamos fazer o post e queremos saber o que você achou de tudo isso, conta pra gente nos comentários. Um beijo e tchau.
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