Vlog: Papercraft Malévola

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Oi gente, então, depois da demora pra postar aqui no blog eu hoje preparei um videozinho maroto ensinando como fazer esse Papercraft/Papertoy aí acima, da Malévola, o vídeo está aí abaixo, espero que curtam, até a próxima :)

Premiere Mundial de Malévola em Hollywood

quarta-feira, 28 de maio de 2014


Quem me conhece sabe que sou mega fã da Disney, vi TODOS os clássicos quando criança e alguns eu sei as falas decoradas, A Bela Adormecida com certeza está no meu top 5 e lógico que Malévola é uma das minhas vilãs preferidas e desde quando começaram surgir os rumores do filme em live action solo dela que eu estou em polvorosa, infelizmente não verei o filme hoje na estreia, verei no fim de semana naquela sessão legendada, em 3D, com uma pipoca enorme e com os amigos que ensinei as frases da vilã, porque sou professora que leva as kids pro cine :)

Maaaaas, ontem ocorreu a Premiere em Hollywood do longa e passaram por lá, além da Angelina Jolie é claro, o maridão Brad Pitt e a atriz Elle Fanning, a gente já ama tanto esse filme que trouxe fotinhas pra comentar, VEM:

Angelina foi esfregando a magreza na cara das inimigas com esse vestido de couro bem a cara da sua personagem e usando um brinco dourado em apenas uma orelha que parece um alargador, parece que ser vilã tá na moda.


A linda Elle Fanning, que interpreta Aurora, também entrou no clima do filme e foi com um vestido todo princesa Disney.


Mas a gente ficou na dúvida: "não seria melhor rosa?" ou "melhor azul?"


Teve também essas crianças fofas que cansaram de esperar o príncipe encantado chegar e viraram malévolas também por um dia, não tá fácil pra ninguém meisxmo.

Eu já quero essas tiaras pra ir pro cinema com chifrinhos *-*


Rsrsr, enfim, eu não vejo a hora de ver o filme, se você já viu diz aí nos comentários o que achou, prometo fazer um post com minha opinião depois do filme. Quem sabe um vídeo :)
Deixo vocês com meu trailer preferido do filme e que todos furem os dedos numa roca =*

Tatuagem

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cada dia que eu não posto aqui é um dor que me dá, mas gente sério, eu ando numa sem criatividade pra posts, sem vontade de fazer nada a não ser passar o dia na cama assistindo, me desculpe a enorme demora, eu sei que quase ninguém lê aqui mesmo, mas pra quem lê desculpa mesmo, eu amo o blog e voltarei postar com mais frequência, prometo!

O filme passado em Pernambuco de 1978 conta entre outras coisas o romance entre um artista excêntrico e um jovem soldado, o filme ganhou prêmios nos Festivais do Rio e de Gramado e foi exibido recentemente na amostra de cinema do Festival Pernambuco Nação Cultural que eu quase fui ver, infelizmente me contentei com o download e olha... incrível.

O teatro Chão de Estrela é um cabaré que mistura as excentricidades dos artistas com provocações sexuais aos bons costumes da sociedade, lá vive Clécio, que comanda a trupe, junto de Paulete a grande estrela do espetáculo. Ali perto vive Fininha, jovem de 18 anos que presta serviço militar no exército; quando Clécio conhece Fininha os dois engatam um romance que vem a provar as descobertas sexuais do garoto. Esse é apenas o plano de fundo da história que conta com críticas aguçadas, porém disfarçadas, ao poder político (e a ditadura da época).

Num olhar crítico a direção de arte (coisa que estou tentando ter um olhar melhor ultimamente, já que né... curso Design), eu achei incrível tanto o cenário quanto a construção do figurino dos personagens, os anos 1970 foram bem aproveitados e estão ali no filme, algo meio hippie. O espetáculo do Chão de Estrela é aquela coisa freak, fenomenal, mas bagunçada, então todas as roupas do show são feitas em casa, muito paetê, cola e caixa de ovos.

O trio de atores está fenomenal, principalmente Jesuíta Barbosa (que também atua no Praia do Futuro que está nos cinemas), suas cenas com Irandhir Santos, no papel de Clécio, são fenomenais, a química entre os atores é algo visível e Jesúita trás um Fininha que cresce com o filme chegando a deixar o espectador (eu no caso) emocionado no final.

Hilton Lacerda foi incrível não só por trazer cenas de nudez de uma forma natural, pelo menos se tornaram naturais durante o longa, como também dirigiu cenas de sexo gay de uma forma verdadeira e sexy sem ser nada vulgar, mas também adorei as cenas gravadas com aquele efeito antigo sempre acompanhadas de uma poesia, ou de um som característico que torna a experiência de assistir Tatuagem algo marcante, pra vida toda.

DIY: Camisa Mary Jane

terça-feira, 22 de abril de 2014


Então, acabou o feriadão né gente? Hoje todos já estamos de volta a nossa rotina semanal de aulas, trabalhos e tudo mais, pois é e eu depois de uma longa pausa sem posts, depois do vídeo (valeu pelos comentários gente <3) vim fazer um post de Do It Yourself aqui no blog e a escolhida da vez foi a minha camisa Mary Jane que onde quer que eu vá as pessoas perguntam onde eu comprei, já respondi tanto "eu que fiz" que pronto, agora quando me perguntarem vou dá o link do blog e respondo "Façam vocês mesmo". No passo a passo vocês vão ver que é bem simples, então vem simbora...

Você vai precisar de uma camisa lisa, fita dupla face e fita crepe, tesoura, tinta de tecido, pincel (que não está na foto), lápis marcador permanente e estilete. Ah e o molde do que vc quer "estampar" na camisa, o molde tem que ser num plástico tipo aquelas transparências de retroprojetor antigo ou algo semelhante, em livrarias é fácil de achar, prefira os mais resistentes/durinhos.

Então, você pega a transparência e desenha o que você vai querer estampar na camisa, pode ser várias coisas, raios, corações, caveiras, o que sua criatividade mandar, eu fiz uma folhinha da maconha porque sou polêmicaney. Pra o desenho sair direitinho eu decalquei com o marcador permanente de uma imagem que tinha no computador, depois é só pegar o estilete e cortar certinho, caso erre tem como consertar as pontinhas com a tesoura.

Com a cannabis já cortada eu coloquei dupla face ao redor de todo o desenho, é bom contornar mesmo o desenho como eu fiz aí na imagem porque ela ficará mais coladinha na camisa e evita os erros; também é legal colocar dupla face ao redor da transparência, pra grudar na camisa na hora de pintar.

Daí depois é só pintar, a hora que você tem que ter mais cuidado, escolha bem o lugar que irá pintar, coloque um papel, cartolina ou papelão por dentro da camisa, pra não manchar o outro lado e aplique o desenho já cortado e com fitas na camisa. Coloque pouca tinta no pincel, eu uso essa esponjinha pra deixar o excesso de tinta lá antes de aplicar no tecido e uma dica, sempre pinte de fora pra dentro do recorte onde você recortou o seu desenho.

Gente se não sair perfeita, perfeita, tem nada não, você irá fazer milhares, as pessoas não irão perceber; só que tenham maior cuidado, porque se errar já era, enxuga a lágrima e corre fazer a próxima folhinha, eu errei na hora de colar o molde na camisa e uma folhinha saiu borrada, mas como é num canto em que as pessoas não reparam muito até hoje ninguém percebeu \o/

Prontinho, após fazer as milhões de folhinhas de um lado da camisa é só repetir do outro, esperar secar (seca muuuuuuito rápido) e ser feliz com sua Mary Jane, lembrando que você pode fazer com a estampa que quiser, só desenhar no molde :)

Bem simples né?! As fotos não saíram as melhores, mas espero que tenha dado pra entender, qualquer dúvida me pergunta aí nos comentários ou na página do facebook, que se você ainda não curtiu curte aqui. Até o próximo post =*

Vlog: Resenha Destrua Este Diário

quinta-feira, 10 de abril de 2014


Eae geeente linda, eu sei que fazem séculos que eu não posto aqui, me perdoem, mas olha o que o tempo longo fez... fez eu criar vergonha e gravar um vídeo pra vocês. Eu sempre tive vontade de fazer vídeos pro blog, mas a timidez nunca me deixou, entããão dessa vez eu deixei ela de lado e gravei. Não vou falar muito porque o vídeo fala por si só, mas assistam de fones de ouvido, porque infelizmente o áudio ficou baixo. Comentem o que acharam \o/

Resenha: Enders

domingo, 30 de março de 2014

Depois do sucesso que foi o post anterior, eu decidi vim mais humilde e trazer uma resenha pra vocês, eu tenho lido muito pouco ultimamente, sim, não me orgulho disso, mas simplesmente ando lendo pouco, entãããão, sorry! Me mudei ontem e tô vivendo tudo aquilo que tinha falado nesse post aqui e nem tô com o livro que vou resenhar em mãos, então sinta a deprê, mas vamos lá.

Pra quem não sabe Starters (primeiro volume da duologia) foi meu livro preferido do ano passado, eu chamei ele de Fucking Épico na época e gostei tanto do livro que reli outras vezes depois. Quando eu vi que Enders tinha sido lançado aqui no Brasil eu corri pra livraria e comprei na mesma semana, demorei um tempão pra ler por um motivo: medo do livro não superar minhas expectativas, mas mesmo a experiência de leitura não sendo tão boa como seu antecessor, esse livro também pode ser chamado de épico, te conto tudo abaixo...

Antes de mais nada, a resenha possui spoilers do primeiro livro, então, fiquem avisados. Depois do final do primeiro livro, que terminou deixando todo mundo shake rozana, o segundo começa com Callie morando na casa de sua antiga inquilina de corpo, a Helena, junto com Michael e o seu irmão, pode parecer que tá tudo muito bem né, só que Callie ainda possui o chip em sua cabeça e o Velho ainda pode se comunicar com ela e... pausa dramática... em certo momento, controlar seus movimentos. Logo Callie se ver obrigada se despedir de seu irmão e fugir junto com o seu mais novo conhecido, Hyden, um garoto misterioso e MUITO inteligente que tem um furgão "a prova de comunicações do Velho".

Essa capa é fantástica, não sei se só comigo, mas esse olho verde ele brilha mais forte que o azul gente e teve momentos de madrugada que tava lendo e olhava a capa e parecia que ele tava piscando pra mim, apenas MEDO
Lissa Price, já tem um lugar no meu coração, eu amo a escrita dela e adoro como ela joga seus personagens na estória e nas situações, as críticas que ela faz nesse livros são incríveis, ela faz a gente pensar sobre o dinheiro, a beleza, sobre o que importa mesmo ser o exterior, o corpo e não o interior, tem um momento sobre isso no livro que eu fiquei tipo "LISSA EU TE AMO <3", ela fala sobre esteriótipos de beleza, sobre futilidades da sociedade e sobre escolhas da vida, tudo num livro só, então já merece meus aplausos. Quando eu disse que a experiência de ler Enders foi diferente de Starters é simplesmente abuso meu, demorei ler o livro e em muitos momentos achei chato porque eu tava numa semana chata, mas tenho total certeza que você irá adorar o livro.

Sobre os personagens, eu continuo amando Callie, ela é uma ótima personagem distópica, arriscaria até dizer que é a minha personagem distópica preferida, Hyden é tipo meu personagem preferido desse livro, as melhores cenas são com ele e os melhores diálogos são dele com a Callie. O final foi muito épico, verdadeiro e doentio, não quero soltar spoilers, mas tem um momento que eu segurei o livro e disse "não eu não tô crendo no que tô lendo", as revelações também de quem é o Velho e outra lá (que não irei falar u.U) também foram ótimas, fiquei satisfeito com o final, mas aceitava uma continuação de boa.

Então, essa foi a resenha de Enders, espero que na próxima resenha eu possa gravar o vídeo que tô tanto adiando, até o próximo post, acompanhe a gente no facebook-> Lisztomania
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